quinta-feira, 1 de outubro de 2009

The day after!

Hoje é quinta-feira, 1/10, à noite.

Pronto, já nos recuperamos da bebedeira e da ressaca que nos fizeram dar um tempo neste blogue.

É que, desde segunda-feira, estamos em Margaret River, cidadezinha de 3000 habitantes e muitas vinícolas. Ficamos num hotelzinho bacana:




Lá está Natália na varanda do nosso apartamento

A cidade é muito bonitinha, tranquila, com uma boa estrutura para compras, galerias de arte, boa gastronomia... e bons vinhos, claro!

Rua principal de Margaret River

Na terça-feira, apesar da chuva e do frio, fomos a Augusta, cidade pertinho de Margaret River, conhecer o farol e ver o ponto em que se encontram dois oceanos:

Farol de Leeuwin- Augusta

Dizem que este farol é a construção marinha mais alta da Austrália, só não é o mais alto farol porque está no nível do mar e há outros que, por serem construídos sobre morros, ficam mais altos que ele. A vista lá de cima, depois que a gente sobe quarenta metros em escada, é linda:


Aquela área branca no mar, lá atrás, é onde se encontram o Oceano Índico e o Oceano do Sul (ou Oceano Antártico). É curioso notar que as ondas dos dois movimentam-se em sentido perpendicular, no lugar em que suas águas se encontram.


Depois de passar muito frio, por causa do vento gelado, voltamos para a cidade, não sem antes passar por duas ou três vinícolas e provar alguns vinhos. Natália gosta mais de vinho branco e nós preferimos os tintos.

Quarta-feira foi O DIA do tour pelas vinícolas. Deixamos o carro para trás e embarcamos em uma excursão com um guia muito simpático.

O roteiro do álcool: quatro vinícolas, uma fábrica de queijos, uma fábrica de chocolate e uma cervejaria, nessa ordem. Em cada vinícola, a gente provava TODOS os vinhos. De pouquinho em pouquinho, ia todo mundo ficando alegre, falando mais alto, rindo à toa...

Gilson e Natália, brindando a degustação

Na segunda vinícola, pausa para o almoço, também regado a vinho:

Silvano, nosso guia, organizando a mesa do almoço

Gilson aceitou o desafio de provar uma iguaria, uma espécie de lagarta enorme, que segundo o guia é degustada crua. (Ééééca!!!) Culpa do vinho. Vejam o bicho, que horroroso:


Mas os "sortudos" foram dois colegas da excursão, que dividiram o bicho ao meio e mastigaram devagar, com uma cara de quem estava achando o sabor esquisito. Melhor para o Gilson, né?

Quando o teor etílico já estava bem alto, a parada estratégica na fábrica de chocolates: glicose para diminuir o efeito do vinho!

Panorâmica da fábrica de chocolates

Por fim, depois de beber bastante vinho, comer queijo e chocolate, fomos parar numa cervejaria. Para degustação, são servidos copinhos com todas as cervejas da casa:

Depois da degustação, a gente pede a cerveja escolhida e ela vem numa tulipa enorme. O problema é que há pouco tempo para ser tomada, porque a van da excursão não espera os atrasadinhos:

Gilson teve que tomar essa rapidinho...

Depois disso, quando nosso guia nos deixou na rua do hotel, até demoramos um pouco para ter certeza de onde estávamos. A gente estava alegre, no maior bom humor, contando piadas e rindo alto. Logo depois, estávamos chapados. E apagados.

Agora vocês entendem por que o blogue ficou suspenso?

No próximo post mostraremos nossa "caça às baleias"...

Um comentário:

Angélica disse...

Não esqueçam o fígado por aí!! Caracas, que passeio delicioso! Beijo